Pesquise aqui...
TOP
Uncategorized

Minha história de amor pela a série de livros Fazendo Meu Filme

Vou começar esse post dizendo que nunca entrei tanto numa história como na de Fazendo Meu Filme. Conheci o primeiro livro, a Estreia de Fani, escrito pela autora mineira Paula Pimenta, meio que por um acaso, quando uma amiga me mostrou o exemplar na livraria e disse que a história era muito fofa. Quando cheguei em casa procurei saber mais sobre porque fiquei bem curiosa, já que o livro foi escrito por uma pessoa tão “próxima” de mim, moradora de Belo Horizonte. 
Depois de todas as resenhas positivas que li sobre a história, resolvi comprar os dois primeiros exemplares e, gente, de verdade, foi amor à primeira leitura. Sabe quando a gente pega um livro e o lê em poucas horas? Pois é, lembro que li Fazendo Meu Filme 1 em uma tarde chuvosa de sábado, em uma sentada só. 
A história começa com a Fani ainda bem nova, com 15/16 anos, se não me engano. Quando li o livro, eu tinha uns 18, acho. A diferença de idade não é muito grande, mas é considerável, né? Mas não é porque a personagem era mais nova que eu não aprendi com ela. Aprendi sim. E me vi totalmente na história, já que toda trama se passa em Belo Horizonte, em lugares que eu costumo frequentar (toda vez que vou ao Pátio Savassi não consigo não pensar na Fani!). 
Me identifico com a Fani. Sou tão sonhadora e medrosa quanto ela. No primeiro livro ela tem medo do desconhecido, e eu tenho esse sentimento o tempo todo. No segundo, quando ela vai fazer intercâmbio, a personagem perde um pouco isso e se torna muito mais independente. Se joga nas oportunidades que a vida traz, sabe? Coisa que eu estou tentando ao máximo fazer. 
O meu favorito, o terceiro livro da série, foi o que mais mexeu comigo. É um mix absurdo de emoções. Não tenho a intenção de dar spoilers nesse post, mas todos os personagens vão crescendo ao longa da história e isso faz com que a gente cresça com eles também. Eu amadureci com a Fani. E passei por uma situação meio parecida com a que ela teve neste livro. Não nas mesmas circunstâncias  mas senti exatamente o mesmo que ela. Foi uma fase bem triste da minha vida. A Paula pegou todas as emoções possíveis, em doses bem altas, diga-se de passagem, e colocou no livro. Fiquei meio que em choque quando terminei de lê-lo.
No quarto e último livro a Fani já está mais velha. E é incrível ver o tanto que aquela menininha indefesa que eu conheci cresceu, se tornou uma mulher forte e com uma carreira de sucesso a esperando. Demorei super para ler Fazendo Meu Filme 4. Queria devorar o livro em poucas horas, mas eu estava com medo de acabar. Lembro que, quando acabei, segurei choro no ônibus e, ao descer do transporte e andar pela rua da minha casa, não aguentei. Chorei de soluçar. Pensei: A história da minha vida acabou. Pode parecer drama, mas foi isso que pensei. 
É claro que eu não posso deixar de citar o Léo nessa história toda. A gente, que lê muito, vê vários seriados  e filmes, sempre se apaixona pelos personagens das histórias, né? Eu tenho uma lista enorme dos meus namorados imaginários, de verdade. Mas acontece que, muitas vezes, esses homens/garotos são surreais demais, sabe? Mesmo os que não têm os fatores sobrenaturais (que dominam muitas tramas que acompanho) são perfeitinhos demais. O Leo, par romântico da Fani na série, não é perfeito. Ele é normal. É um cara que ama, que tem suas inseguranças, os seus medos, seus pontos negativos e positivos mas, que, acima de tudo, ama. Por isso que ele está no topo da minha lista de amores. Sei lá, acho possível encontrar um Léo por aí, sabe?
Enfim, prometi há um tempinho que ia fazer este post e, cá estou eu, com lágrimas nos olhos lembrando de tudo que senti ao ler os quatro livros, principalmente o terceiro, que mexeu comigo de uma forma inexplicável. A Paula Pimenta se tornou uma autora muito importante para mim. Indico os livros (“Minha vida fora de série”, que também é incrível e “Apaixonada por palavras”, que ainda não comprei, mas não vejo a hora de tê-lo em mãos!) dela de olhos fechados, sem nem pensar. Não precisa nem falar qual é a história, se for dela, eu sei que vou gostar.
Vou aproveitar o post para agradecer à ela por ter criado essa série e por ter me tocado tanto com as palavras escritas em cada livro. E, gente, se vocês que ainda não conhecem Fazendo Meu Filme lerem os livros e sentirem, sei lá, 1% do que eu senti, já me sinto satisfeita. Leiam, por favor. Vocês não vão se arrepender. <3
Página final de Fazendo Meu Filme 2 <3

Karla Lopes

Karla Lopes tem 29 anos, é de Belo Horizonte, empresária, jornalista e criadora de conteúdo atuando há 12 anos na internet. Além disso, é a criadora da Lunnare Co., marca de autocuidado holístico que trabalha a magia das ervas. Por aqui, vocês vão encontrar conteúdos autorais de comportamento, bem estar, espiritualidade e beleza. Tem experiência com comunicação criativa, textos de comportamento, produção de moda e cultura e também criação e edição de vídeos para a web.

«

»

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *