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Livro de Cabeceira: Anna e o Beijo Francês, de Stephanie Perkins

Esse livro é um daqueles romances que tinha tudo para ser só mais um clichê bonitinho. Foi isso que pensei assim que vi o lançamento dele, mas, mesmo assim, eu quis comprá-lo, já que romance, para mim, é bom de qualquer jeito. Poxa, sabe quando você se surpreende tanto com algo que você quer indica-lo para meio mundo? Pois é, foi assim que me senti ao terminar de ler Anna e o Beijo Francês.

• Autor: Stephenie Perkin

• Páginas: 286

• Editora: Novo Conceito

• SinopseAnna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer? 

Clique em continue lendo (logo aqui abaixo de marcadores) ou no título do post para ler a resenha.

Ao ler a sinopse, acho que vocês entenderam quando eu disse que esse livro tinha tudo para ser só mais um. De verdade, as sinopses de livros e filmes, geralmente, não são nada animadoras, mas isso nunca foi um impedimento para mim. Ainda bem, né? Porque se eu fosse me levar por essa fraca introdução, não teria conhecido a linda história que conta Anna e o Beijo Francês.
Anna Oliphant  é, até hoje, a personagem de livros que mais se parece comigo. Ela é extrovertida, simpática, engraçada, amiga e apaixonada. Modéstia parte, eu também me considero assim. Ela é uma norte americana, moradora de Atlanta, onde  tem um lar, com amigos, um pseudo namorado e sua família. Mas, o seu pai, um escritor reconhecido no país, resolve manda-la para estudar na França. Inicialmente, Anna acha que isso vai ser um pesadelo, mas, ao conhecer e fazer amizades na nova escola, ela percebe que a mudança pode não ser tão ruim assim.
Entre os novos amigos feitos por Anna, está o magnífico Étienne St. Clair. Ele é lindo, daqueles que todas as meninas suspiram, inclusive eu enquanto estava lendo o livro. Mas, como acontece na maioria das vezes, o cara lindo, inteligente e engraçado, tem na namorada. Vocês então entendendo a realidade desse livro? Pois é, Anna e o Beijo Francês é um livro real, muito real. 
A escrita de Stephanie é sensacional. Ela consegue descrever situações comuns e sensações conhecidas de uma forma diferente que encanta o leitor. Sem falar, que o livro não trata apenas de romance, mas também, de família e amizade. Todas as formas de amor estão presentes em Anna e o Beijo Francês. Todos os sentimentos de Anna irão passar para você em um piscar de olhos, principalmente quando se trata de St. Clair. Ele se tornou o melhor amigo dela, e, assim como eu faço, ela tentava se convencer de todos os jeitos que não estava apaixonada por ele, mas ela estava, e muito. E pelo fato dele ter namorada, a relação deles vai crescendo em uma grande complicação. Sabe o que é mais lindo? Ler a paixão nascendo entre os dois e acompanhar a luta deles contra isso. 
Anna e o Beijo Francês é um livro muito sensível, mesmo. Eu fiquei bem sensibilizada ao terminar de le-lo, mas acho que isso aconteceu porque eu me apaixonei pela história. Me apaixonei tanto, que quando a leitura estava terminando, eu enrolei muito para acaba-la. Eu queria mais Anna e St. Clair, queria ter mais um pouco da história deles. Esse livro é para quem é apaixonado e não se cansa nunca de amar mais.  

“Eu me demoro e pego o caminho mais longo para o Panteão. A cidade é bonita. {…} Tudo o que eu consigo ver é a pessoa que eu conheço, calma e confiante, com as mãos no bolso, pomposo no andar. O tipo de pessoa que irradia um campo magnético natural, para o qual todos são atraídos, todos são cegados. {…} E então viro outra quadra, e meu peito aperta tanto, tão dolorosamente, que não consigo mais respirar. Porque lá está ele. {…} Como posso ter sido tão estúpida? Como posso ter acreditado, por um momento, que não estava apaixonada por ele?” 

“É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar?” – pág.195 

“Quanto mais você sabe quem é e o que quer, menos você deixa que as coisas te chateiem.”  – pág.268


Karla Lopes

Karla Lopes tem 29 anos, é de Belo Horizonte, empresária, jornalista e criadora de conteúdo atuando há 12 anos na internet. Além disso, é a criadora da Lunnare Co., marca de autocuidado holístico que trabalha a magia das ervas. Por aqui, vocês vão encontrar conteúdos autorais de comportamento, bem estar, espiritualidade e beleza. Tem experiência com comunicação criativa, textos de comportamento, produção de moda e cultura e também criação e edição de vídeos para a web.

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