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Divagações: Sobre a imagem que temos de nós mesmos

Foto: Pinterest

Nessa última semana, tive uma conversa com uma amiga que me fez pensar sobre a imagem que eu tenho de mim mesma. É complicado, quando você para para pensar, em como nós temos o costume de diminuir ou denegrir a nossa imagem, em comparação à de outra pessoa, teoricamente, mais bonita, interessante, inteligente do que nós.
Às vezes, parece quase uma necessidade, esse ato de comparação. Com certeza, nesse âmbito existe muito de confiança (ou falta de) no meio dessas divagações. E mais, as comparações, também, muitas vezes, vem acompanhadas de julgamentos. Afinal, de uma maneira ou de outra, nós precisamos nos fazer sentir melhor quando o assunto é a pessoa que nos faz sentir ameaçada.
Então, nós falamos que tal pessoa pode ficar melhor com tal cabelo, com tal roupa, fazendo as coisas de tal jeito, escrevendo no blog de tal maneira, lidando com os problemas por tal vertente.  O que algumas pessoa (e eu me incluo) esquecem, de tempos em tempos é que o que realmente importa, no fim do dia, é a imagem que nós temos de nós mesmos. Objetivamente, independente do que os outros dizem sobre nós.
Claro, até aí tudo parece um grande clichê. A boa e velha história do ‘eu não me importo com o que os outros dizem de mim!’. Mentira. Em algum nível, todo mundo se importa com o que os outros dizem. O relevante é o quanto cada um de nós permite que a opinião alheia afete as nossas decisões.
Querendo ou não, nós precisamos olhar no espelho e gostar do que vemos. O jeito que eu uso o meu cabelo, tem que agradar a mim e só a mim. Mesmo curtinho. Mesmo natural e todo cheio de frizz. Se for para ajudar no meu tratamento, então melhor que seja assim e que eu adapte a minha visão de mim mesma para que eu passe a gostar mais ainda do meu reflexo.
O mesmo vale para roupas ou para o seu corpo. Não importa a marca que você usa, como você usa ou o que você usa. Desde que aquilo faça você feliz, desde que você gosta do que vê, desde que aquilo demostre, de alguma forma, quem você é, pouco importa mesmo a opinião dos outros. Cada um tem que fazer o melhor para si. Hoje e sempre. A cruel verdade é que, se nós não gostarmos de nós mesmos e não cuidarmos de nós mesmos, ninguém mais o fará por nós.
O que é  importante, de verdade, é como nós nos vemos refletidos no espelho. Pode ser que demore um bocado para vermos a ‘verdade’ (se é que ela existe mesmo). Mas o que vale é a tentativa. É olhar para o seu reflexo e gostar daquilo que olha de volta. É se sentir confortável na própria pele e perceber que, o que é mais valioso, é a opinião que você tem de si mesmo.
De Marcela Colasurdo De Mingo, jornalista e a blogueira por trás do Manias de Moça

Karla Lopes

Karla Lopes tem 29 anos, é de Belo Horizonte, empresária, jornalista e criadora de conteúdo atuando há 12 anos na internet. Além disso, é a criadora da Lunnare Co., marca de autocuidado holístico que trabalha a magia das ervas. Por aqui, vocês vão encontrar conteúdos autorais de comportamento, bem estar, espiritualidade e beleza. Tem experiência com comunicação criativa, textos de comportamento, produção de moda e cultura e também criação e edição de vídeos para a web.

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