Pesquise aqui...
TOP
Uncategorized

Cineminha: Amor e Outras Drogas

Um filme que me conquistou logo de cara pelo casal principal. Jake Gyllenhaal me encanta e Anne Hathaway é uma das minhas atrizes favoritas. Lembro que, quando o longa estreou no cinema, falei que iria assistir só por causa dos dois, mesmo que a história fosse ruim, o que, claramente, vi que não era o caso logo nos primeiros minutos de filme. Além da química absurda entre os dois atores, “Amor e Outras Drogas” é  bem mais do que uma comédia romântica com uma pitada de drama. 
Sinopse: Jamie Randall (Jake Gyllenhaal) é um sedutor incorrigível do tipo que perde a conta do número de mulheres com quem já transou. Após ser demitido do cargo de vendedor em uma loja de eletrodomésticos, por ter seduzido uma das funcionárias, ele passa a trabalhar num grande laboratório da indústria farmacêutica. Como representante comercial, sua função é abordar médicos e convencê-los a prescrever os produtos da empresa para os pacientes. Em uma dessas visitas, ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Inicialmente, Jamie fica atraído pela beleza física e por ter sido dispensado por ela, mas aos poucos descobre que existe algo mais forte. Maggie, por sua vez, também sente o mesmo, mas não quer levar adiante por causa de sua doença.
O filme tinha tudo para ser bobinho, sabe? Do tipo que faz ri, tem Jake pelado seduzindo (muito!!) e só. Mas é muito mais que isso. O que  fez com que eu tirasse a trama da categoria “só mais um legal na lista” foi o fato do filme fazer uma crítica ao consumo, em muitos casos, desnecessário e exagerado de remédios em doenças crônicas e também, é claro, mostrando como a indústria farmacêutica colabora com isso. Outra coisa interessante abordada: os problemas enfrentados pelas pessoas que têm mal de Parkinson e como elas lidam com eles. A atuação da Anne, como sempre, é impecável.

O diretor conseguiu misturar a comédia romântica delícia com um drama delicado sem fazer com que a trama ficasse chata, sabe? É filme para você assistir e querer ver de novo e de novo. Digo isso não só por causa do enredo como também pela química gigante entre a Anne e o Jake. Vejo os dois juntos na história e fico até boba de tão encantada. Ah, e vale dizer também o título dado ao longa não poderia ser melhor. Amor é uma droga pesada, assim como muitas outras que a gente vê – e compra – sem nenhuma prescrição.

Imagens: Reprodução/Divulgação
TAGS:

Karla Lopes

Karla Lopes tem 29 anos, é de Belo Horizonte, empresária, jornalista e criadora de conteúdo atuando há 12 anos na internet. Além disso, é a criadora da Lunnare Co., marca de autocuidado holístico que trabalha a magia das ervas. Por aqui, vocês vão encontrar conteúdos autorais de comportamento, bem estar, espiritualidade e beleza. Tem experiência com comunicação criativa, textos de comportamento, produção de moda e cultura e também criação e edição de vídeos para a web.

«

»

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *