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Assisti 10 temporadas de Grey’s Anatomy em 30 dias

Ao ler o título deste post, você deve estar pensando: coitada da Ká… Não tem vida social e vive no Netflix. Ou também pode me julgar como desocupada. Mas já me defendo dizendo que tenho uma vida social bem ativa, emprego fixo, alguns freelas em andamentos, além do blog. Te contar, nem eu sei como consegui assistir 10 temporadas de 24 episódios cada em 30 dias. Toda hora que paro pensar nisso dá um nó na minha cabeça. A única explicação é que levo maratonas de seriados MUITO à sério. 
Comecei a assistir Grey’s Anatomy na madrugada do dia primeiro para o dia dois de janeiro. Desde então, não parei mais. Como sou uma pessoa bem noturna e trabalho em casa, acaba que eu tenho um tempinho a mais livre (já que não preciso gastar quatro horas do meu dia só em ônibus e gosto de dormir bem tarde), então, todo ele era dedicado à Grey’s. Com isso, no dia dois de fevereiro estava terminando a décima temporada, rs. 
Acho que isso nunca aconteceu comigo… E olha que assisto muitos seriados, hein! O que mais intrigou em Grey’s é que apesar do cenário principal ser dentro de um hospital, cada personagem vai muito além disso. Foi o que me prendeu desde o primeiro momento, os conflitos internos, que vão além de uma cirurgia. 
Por falar nos personagem, outra coisa estranha, é que eu tive resistência em gostar da maioria deles. Acredito que o George e a Izzie tenham sido os primeiros que me conquistaram de cara. Mas passei temporadas e mais temporadas tendo birra da Cristina, por exemplo. E depois ela se tornou uma das amadas por mim. Junto ao Karev, que eu achava um babaca, e agora caio de amores (quem me conhece de verdade sabe que é a minha a cara amar um Karev da vida). Os dois são meus favoritos pela personalidade conflituosa dos personagens. Gosto MUITO da Bailey também, muito mesmo. Ela dá aula de emponderamento negro e feminino. E também da Torres, incrível no mesmo sentido quando se trata de homossexualidade. O resto, acho que é ok… Curto, mas não morro de amores. O único que ainda tenho um pouco de resistência é Owen.
Quis entender cada um dos personagens e talvez seja por isso que não conseguia largar a série, sabe? Almoçava assistindo, virava a noite na companhia dos médicos, fiquei dias e mais dias falando sobre isso no Snapchat (é blogheycute, segue lá!)… Acredito que agora, que entrei da 11ª temporada, desacelerei um pouco as coisas porque não estou achando tudo tão empolgante assim. E me avisaram mesmo que depois da 10ª a série começava a se perder um pouco. 
Quando comecei a assistir, muita gente me disse para eu preparar o psicológico e deixar uma caixinha de lenços à postos. Nossa, e como chorei nessa série… Como chorei! Comecei a odiar um pouco a Shonda pela crueldade, mas amá-la ao mesmo tempo pelos conflitos que criava. Acho que o maior susto e a maior crise de choro que tive foi no final da quinta temporada. Levei um susto tão grande com o que o que acontece… Estava preparada para uma coisa, mas veio outra completamente diferente! 
Por causa disso, fiz uma coisa bem feia: cacei spoilers de todas as mortes da série. Fiz isso mesmo e não me arrependo. Quem é Shonda Rhimes para brincar comigo desse jeito? Não adiantou muito, porque quando chegavam os “momentos”, chorava e ficavam mal da mesma forma, principalmente por ser tudo tão de repente, trágico e com pessoas que eu amava na trama. E já estou me preparando também para o que pode acontecer da 12ª temporada. Afinal, Shonda não é chamada de Shondanás atoa, certo? haha
Poderia ficar horas falando aqui sobre como fiquei empolgada com a série, mas termino o post resumindo em: Grey’s Anatomy se tornou um dos meus seriados favoritos da vida. Com toda a complexidade de cada personagem, com abordagem de temas como homossexualidade, emponderamento da mulher e representatividade negra, acho que não poderia ser diferente, sabe? Me arrependo de ter demorado tanto para começar a assistir, mas tudo bem. Antes tarde do que nunca!
É uma série que merece, sim, todo o sucesso que têm. E já fico aqui pensando com o coração apertado em quando acabar. Como disse no post em que fiz sobre a Shonda aqui no blog, espero que ela só continue criando mais e mais histórias que nos prenda e que faça com que a gente traga seus conflitos para a vida real, por mais distantes que eles pareçam ser! 
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Karla Lopes

Karla Lopes tem 29 anos, é de Belo Horizonte, empresária, jornalista e criadora de conteúdo atuando há 12 anos na internet. Além disso, é a criadora da Lunnare Co., marca de autocuidado holístico que trabalha a magia das ervas. Por aqui, vocês vão encontrar conteúdos autorais de comportamento, bem estar, espiritualidade e beleza. Tem experiência com comunicação criativa, textos de comportamento, produção de moda e cultura e também criação e edição de vídeos para a web.

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