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#1filmeporsemana: A culpa é das estrelas

A adaptação para o cinema de “A culpa é das estrelas”, de John Green, estreia por aqui só dia 5 de junho, mas a Marcela, do Manias de Moça, assistiu o longa numa sessão fechada em SP e veio contar aqui no HC o que achou do filme. Se você está ansioso para ver o filme e espera uma história fiel ao livro, acho que vai gostar da resenha dela!
Sabe quando você lê um livro e fica tão maravilhada pela história, a escrita do autor, as peronagens, o final? Para mim, esse livro é A Culpa é das Estrelas, de John Green. 
Não sei se vocês chegaram à lê-lo, mas o livro mexeu tanto comigo que, depois de terminar, fiquei quase 40 minutos chorando de soluçar com o rumo que a história tomou a forma como ele terminou. Com certeza, é um dos livros que mais me tocou NA VIDA. Fiquei pensando sobre ele um tempão e, claro, li de novo só para ver se entendia tudo aquilo que ele me fazia sentir. 
Então, foi com muita desconfiança (e uma pontada de animação) que eu recebi a notícia de que o livro ia virar filme. Hoje, percebo, não tinha nada o que temer, porque o longa está simplesmente maravilhoso. 
Tive a oportunidade de ir à um evento de A Culpa é das Estrelas na última semana, aqui em São Paulo, e assistir o filme com outros fãs da história em primeira mão. Nem preciso dizer que comecei a chorar de emoção logo quando as luzes apagaram, né?
Não quero entregar muita coisa porque prefiro que todas vocês vejam por si mesmas quando o filme estrear mesmo, no dia 5 de junho, aqui no Brasil, mas o que eu posso dizer é: ele está perfeito. 
Shailene Woodley, no papel de Hazel, e Ansel Elgort, como o Augustus, não poderiam ter representado melhor os personagens que eu imaginei ao ler o livro. Aliás, o Ansel se transformou no Gus e, para mim, vai ser impossível vê-lo como irmão da Shailene no próximo filme da franquia Divergente. 
Como toda adaptação, o filme tem algumas diferenças em relação ao livro, mas nada que seja significativo para a história. Honestamente, essa é uma das poucas adaptações que eu não tive o que criticar, justamente porque foi fiel à obra de uma forma maravilhosa. 
O filme tem um toque de humor que representa bem o tipo de escrita do John Green e possui uma leveza e, ainda assim, uma dramaticidade que me tocaram demais. Chorei no filme o mesmo tanto que no livro, se não mais, porque ver ali, na telona, as cenas que eu só imaginei na minha cabeça foi ainda mais marcante. Aliás, só de lembrar de alguns momentos do filme me dá vontade de chorar de novo. 
De qualquer maneira, além do filme ser lindo de viver, tem uma trilha sonora maravilhosa, até mesmo com música do Ed Sheeran (chama All of the Stars, falei dela lá no Manias!). Fiquei muito, muito, muito, muito feliz com a adaptação e, confesso, estou sofrendo horrores de saber que só poderei ver o filme de novo daqui um mês. Preparem os lenços, porque vocês vão precisar!

Correspondente especial do HC em SP: Marcela De Mingo, jornalista e a blogueira por trás do Manias de Moça

Karla Lopes

Karla Lopes tem 29 anos, é de Belo Horizonte, empresária, jornalista e criadora de conteúdo atuando há 12 anos na internet. Além disso, é a criadora da Lunnare Co., marca de autocuidado holístico que trabalha a magia das ervas. Por aqui, vocês vão encontrar conteúdos autorais de comportamento, bem estar, espiritualidade e beleza. Tem experiência com comunicação criativa, textos de comportamento, produção de moda e cultura e também criação e edição de vídeos para a web.

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